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Presidente da Colômbia é investigado nos EUA por ligação com tráfico

O presidente colombiano, Gustavo Petro, está sob investigação criminal nos EUA por suspeita de envolvimento com o narcotráfico e doações ilícitas de campanha, sendo considerado "alvo prioritário" pela DEA.

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Foto: InfoMoney
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20/03 às 12:01 · atualizado 20:01

Pontos principais

  • Gustavo Petro, presidente da Colômbia, é alvo de investigação criminal nos EUA.
  • A Agência Antidrogas dos EUA (DEA) o designou como "alvo prioritário" em suas investigações.
  • Procuradores federais de Nova York apuram possíveis ligações com traficantes de drogas e doações ilícitas de campanha.
  • Registros da DEA indicam que Petro surgiu em investigações desde 2022, com base em informantes confidenciais.
  • Petro negou veementemente as acusações, afirmando nunca ter falado com narcotraficantes e ter dedicado sua vida ao combate às drogas.
  • Ele defendeu suas campanhas, alegando que nunca aceitou doações de banqueiros ou narcotraficantes.
  • Membros da família de Petro, incluindo seu filho Nicolás e seu irmão Juan Fernando, também são investigados por supostas atividades criminosas relacionadas ao tráfico de drogas.
  • A tensão diplomática entre EUA e Colômbia aumentou, com Donald Trump acusando Petro de envolvimento com o tráfico e impondo sanções.

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, está sendo investigado criminalmente por procuradores federais dos Estados Unidos por possíveis conexões com traficantes de drogas e doações ilícitas em sua campanha presidencial. A Agência Antidrogas dos EUA (DEA) designou Petro como "alvo prioritário" em suas investigações. As apurações, que estão em fase inicial, são conduzidas pelos escritórios de procuradores de Manhattan e Brooklyn, em Nova York, conforme reportado pelo "New York Times" com base em fontes familiarizadas com o caso. Registros da DEA indicam que Petro surgiu em investigações desde 2022, com base em informantes confidenciais, sobre possíveis negócios com o Cartel de Sinaloa e o uso de seu plano de "paz total" para beneficiar traficantes. A agência de notícias Reuters, no entanto, não conseguiu verificar a reportagem de forma independente. O porta-voz do Ministério Público Federal em Manhattan recusou-se a comentar, enquanto a Presidência da Colômbia e o MPF do Brooklyn não responderam.

Em resposta às notícias, Gustavo Petro negou veementemente qualquer ligação com o narcotráfico, afirmando que nunca falou com um traficante de drogas e que dedicou sua vida ao combate às drogas. Ele defendeu suas campanhas, alegando que nunca aceitou doações de banqueiros ou narcotraficantes e que as investigações nos EUA desmantelarão acusações da extrema-direita colombiana. As suspeitas incluem encontros de Petro com traficantes e o recebimento de recursos de fontes ilícitas para sua campanha. Membros da família de Petro, incluindo seu filho Nicolás e seu irmão Juan Fernando, também são investigados por supostas atividades criminosas relacionadas ao tráfico de drogas e negociações com traficantes. A notícia surge após um período de tensões entre os dois países, que incluiu trocas de acusações entre Petro e o presidente dos EUA, Donald Trump. Recentemente, Petro e Trump se reuniram na Casa Branca, onde o combate ao narcotráfico foi um dos temas discutidos, apesar de Trump ter acusado Petro de envolvimento com o tráfico, sugerido uma operação militar contra a Colômbia e imposto sanções, incluindo a retirada de visto para Petro e sua família.

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