O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu que o governo não permitirá que a alta dos combustíveis impacte os caminhoneiros, durante evento em São Bernardo do Campo. A declaração ocorre em um contexto de ameaças de greve da categoria, que mantém o estado de greve enquanto aguarda negociações sobre o piso do frete e o preço do diesel. O ministro Guilherme Boulos está agendado para se reunir com representantes dos caminhoneiros para dar prosseguimento às tratativas.
Em resposta a aumentos de preços, Lula criticou o que chamou de "falsa inflação" gerada por distribuidoras que elevaram os valores de combustíveis não diretamente afetados por conflitos internacionais, como o etanol. O governo acionou órgãos como a Polícia Federal e a Receita Federal para fiscalizar e combater cobranças abusivas. Além disso, Lula solicitou que os governadores reduzam o ICMS sobre combustíveis, oferecendo custear metade dos gastos para viabilizar a medida. A ANTT também regulamentará uma Medida Provisória para fiscalizar a tabela do frete, com multas para empresas que descumprirem o piso mínimo.
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