A Kalshi, cofundada pela bilionária Luana Lopes Lara, enfrenta acusações de operar apostas ilegais nos EUA, incluindo eventos de guerra e eleições, enquanto planeja expansão para o Brasil.
A Kalshi, empresa de mercados de previsão cofundada pela bilionária brasileira Luana Lopes Lara, está no centro de polêmicas e batalhas legais nos Estados Unidos. A plataforma permite que usuários especulem sobre uma variedade de eventos, desde eleições até taxas de juros, operando de forma similar a uma bolsa de valores entre usuários. No entanto, críticos argumentam que a Kalshi e empresas semelhantes são, na verdade, plataformas de apostas disfarçadas, buscando evitar regulamentações e impostos mais rigorosos.
A empresa enfrenta acusações de permitir apostas em eventos de guerra, como a deposição do líder supremo do Irã, o que é proibido pelas regras financeiras dos EUA. Houve também suspeitas de uso de informações privilegiadas em apostas sobre eventos militares, como a prisão de Nicolás Maduro. A Kalshi está sendo processada em vários estados norte-americanos, incluindo o Arizona, por operar jogos de azar ilegais e aceitar apostas em eleições estaduais e eventos esportivos sem a devida licença. Enquanto isso, a empresa estuda abrir um escritório no Brasil, onde plataformas de apostas tradicionais já pedem seu bloqueio.
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