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FBI investiga ex-diretor antiterrorismo dos EUA após renúncia

Joe Kent, ex-diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA, está sob investigação do FBI por suspeita de compartilhamento indevido de informações confidenciais, após renunciar ao cargo em protesto contra a guerra com o Irã.

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Foto: InfoMoney
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19/03 às 15:26

Pontos principais

  • Joe Kent, ex-diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA, renunciou ao cargo em protesto contra a guerra com o Irã.
  • O FBI investiga Kent por suspeita de compartilhamento indevido de informações confidenciais, investigação que precedeu sua renúncia.
  • Kent afirmou que o Irã não representava ameaça iminente e que a guerra foi iniciada por pressão de Israel e seu lobby americano.
  • Donald Trump criticou Kent, chamando-o de "fraco em segurança" e desaprovando funcionários que não veem o Irã como ameaça.
  • Apoiadores de Trump, como Tucker Carlson e Joe Rogan, também se posicionaram contra a intervenção militar no Irã, refletindo a discordância de parte dos eleitores republicanos com a política externa.

Joe Kent, ex-diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA, está sendo investigado pelo FBI por suspeita de compartilhamento indevido de informações confidenciais. A investigação, que teve início antes de sua saída, ocorre após Kent renunciar ao cargo em protesto contra a guerra com o Irã. Ele alegou em sua carta de renúncia que o Irã não representava uma ameaça iminente e que a decisão de entrar em conflito foi influenciada por Israel e seu lobby nos Estados Unidos.

O presidente Donald Trump criticou Kent, descrevendo-o como "fraco em segurança" e expressando desaprovação a funcionários que não consideram o Irã uma ameaça. Outros membros do governo, incluindo o diretor da CIA John Ratcliffe, se distanciaram das avaliações de Kent. Apoiadores de Trump, como Tucker Carlson e Joe Rogan, também se posicionaram contra a intervenção militar, indicando que parte dos eleitores republicanos discorda da atual política externa, temendo que o conflito se afaste da agenda "America First".

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