CEOs estão priorizando o custo marginal de mão de obra como métrica para contratações, impulsionados pela rápida adoção da inteligência artificial e a reconfiguração do mercado de trabalho.
CEOs estão adotando o custo marginal de mão de obra como principal métrica para decisões de contratação, um reflexo da crescente influência da inteligência artificial no mercado de trabalho. Essa abordagem considera a substituição do trabalho humano por tecnologia e o aumento da produção com menor custo de mão de obra. Uma pesquisa da KPMG nos EUA para 2026 revela que a velocidade de adoção da IA está superando o debate público, com 77% dos CEOs acreditando que o potencial disruptivo da tecnologia nos próximos 5 a 10 anos está sendo subestimado.
Os investimentos em IA são significativos, com quase 80% dos CEOs destinando ao menos 5% de seu orçamento de capital para a tecnologia, e 41% investindo no mínimo 10%. Embora 55% dos CEOs prevejam um aumento nas contratações no próximo ano devido à IA, a composição da força de trabalho mudará, com maior demanda por tecnólogos e "orquestradores". A pressão competitiva para automatizar e requalificar a força de trabalho é vista como o principal fator para a prosperidade das organizações nos próximos três anos, superando preocupações como tarifas, taxas de juros e geopolítica.
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