O Banco Central pode operar com dois assentos vagos em sua diretoria por um período prolongado, impactando as decisões do Copom, devido a impasses no Senado e à falta de prioridade do governo.
O Banco Central do Brasil pode continuar com dois assentos vagos em sua diretoria por várias reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), o que gera incertezas sobre a condução da política monetária. A situação é atribuída a entraves no Senado e à aparente falta de prioridade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em preencher as vagas, apesar das sugestões do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Fatores como um inquérito da Polícia Federal envolvendo o Banco Master e a tensão política entre o governo e o Senado têm dificultado as sabatinas e aprovações de novos indicados. A demora de Lula em nomear os diretores contrasta com suas críticas anteriores sobre ter diretores nomeados pelo governo de Jair Bolsonaro. As indicações sugeridas por Haddad, Guilherme Mello e Tiago Cavalcanti, foram recebidas com ceticismo pelo mercado.
9 fev, 12:02
5 fev, 15:13
3 fev, 18:29
2 fev, 10:00
27 jan, 15:56