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Afeganistão acusa Paquistão de bombardear hospital em Cabul

O Afeganistão acusa o Paquistão de bombardear um hospital para usuários de drogas em Cabul, resultando em 400 mortes, em meio a uma escalada do conflito fronteiriço.

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Foto: G1 Mundo
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16/03 às 22:01

Pontos principais

  • O Afeganistão acusa o Paquistão de bombardear um hospital em Cabul, causando 400 mortes e 250 feridos.
  • O Paquistão nega as acusações, afirmando que seus ataques visaram instalações militares e infraestrutura terrorista.
  • O conflito entre os dois países intensificou-se desde o final de fevereiro, com confrontos fronteiriços e ataques aéreos.
  • A ONU pediu ao Talibã no Afeganistão que intensifique o combate ao terrorismo, enquanto o Paquistão acusa Cabul de abrigar militantes.
  • O presidente paquistanês Asif Ali Zardari declarou que o uso de drones pelo Talibã no Paquistão cruzou uma "linha vermelha".

O Afeganistão acusou o Paquistão de bombardear um hospital para usuários de drogas em Cabul, capital afegã, resultando na morte de 400 pessoas e deixando 250 feridos. A acusação surge em meio a uma escalada dramática do conflito fronteiriço entre os dois países, que tem visto repetidos confrontos e ataques aéreos desde o final de fevereiro. O Paquistão, por sua vez, rejeita as alegações, afirmando que seus ataques aéreos foram direcionados a instalações militares e infraestrutura de apoio a terroristas, e não a alvos civis.

A tensão entre Afeganistão e Paquistão tem aumentado, com o Paquistão declarando estar em "guerra aberta" com o Afeganistão. A comunidade internacional está alarmada devido à presença de outros grupos militantes na região. A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu ao Talibã, que governa o Afeganistão, que intensifique os esforços para combater o terrorismo, enquanto o Paquistão acusa Cabul de abrigar grupos militantes. O presidente paquistanês Asif Ali Zardari afirmou que o uso de drones pelo Talibã no Paquistão cruzou uma "linha vermelha", indicando a gravidade da situação.

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