FCC ameaça revogar licenças de emissoras por cobertura da guerra
O presidente da FCC, Brendan Carr, ameaçou revogar licenças de emissoras nos EUA devido à cobertura da guerra contra o Irã, gerando críticas sobre censura.
Pontos principais
- Brendan Carr, presidente da FCC, ameaçou revogar licenças de emissoras por "divulgar boatos e distorções noticiosas" na cobertura da guerra contra o Irã.
- A postura de Carr se alinha à do presidente Donald Trump, que acusou a mídia de querer a derrota dos EUA na guerra.
- O secretário de Defesa, Pete Hegseth, criticou a cobertura da CNN sobre o conflito no Oriente Médio.
- Especialistas e legisladores democratas condenaram as ameaças de Carr como uma violação da Primeira Emenda e um ato de censura.
- Críticos apontam um padrão de Carr em intimidar a imprensa, citando casos como o programa "Jimmy Kimmel Live!" e "The View".
O presidente da Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos EUA, Brendan Carr, ameaçou revogar licenças de emissoras por sua cobertura da guerra contra o Irã, alegando que estariam "divulgando boatos e distorções noticiosas". A declaração de Carr ecoa a postura do presidente Donald Trump, que acusou a mídia de desejar a derrota dos EUA no conflito. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, também criticou a cobertura da CNN sobre o Oriente Médio.
As ameaças de Carr geraram forte reação de especialistas e legisladores democratas, que as classificaram como uma violação da Primeira Emenda da Constituição e um ato de censura. Críticos apontam um histórico de Carr em intimidar a imprensa, mencionando incidentes anteriores envolvendo programas como "Jimmy Kimmel Live!" e "The View".
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