Lei em SP proíbe condomínios de vetar carregador de carro elétrico
Uma nova lei em São Paulo impede que condomínios proíbam a instalação de carregadores de carros elétricos, mas a implementação ainda enfrenta desafios de custo e infraestrutura.
Pontos principais
- A nova lei estadual proíbe condomínios de vetar a instalação de carregadores para carros elétricos por moradores.
- Os custos de instalação podem ser altos, com o cabeamento variando de R$ 5 mil a R$ 12 mil e a análise de carga entre R$ 3 mil e R$ 15 mil.
- Condomínios devem criar regras claras e padrões técnicos, seguindo diretrizes do Corpo de Bombeiros, mas não podem impor exigências desproporcionais.
- Empresas oferecem soluções que permitem a criação de infraestrutura de carregamento sem custo inicial para o condomínio.
Uma nova lei no estado de São Paulo impede que condomínios residenciais proíbam moradores de instalar carregadores para carros elétricos em suas vagas. A medida visa incentivar a mobilidade elétrica, mas a implementação ainda depende da adequação a normas técnicas e da cobertura dos custos, que podem ser significativos. A lei exige que os condomínios estabeleçam regras claras e padrões técnicos para a instalação, sem, contudo, permitir exigências desproporcionais ou a atribuição automática de culpa em caso de incidentes.
Os custos envolvidos na instalação de um carregador podem variar, com o cabeamento custando entre R$ 5 mil e R$ 12 mil, e a análise de carga elétrica do condomínio podendo chegar a R$ 15 mil. Para facilitar o processo, algumas empresas oferecem soluções que permitem a criação da infraestrutura de carregamento sem custo inicial para o condomínio, com os moradores pagando individualmente pelo uso. Além disso, o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais dos Corpos de Bombeiros Militares publicou diretrizes que devem ser seguidas para a instalação, sendo essenciais para a renovação do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).
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