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EUA investigam bombardeio a escola no Irã que matou 175 pessoas

Uma investigação preliminar aponta que os Estados Unidos foram responsáveis por um bombardeio a uma escola no Irã que matou 175 pessoas, incluindo dezenas de crianças, gerando pressão sobre o governo Trump.

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Foto: G1 Mundo
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14/03 às 03:00

Pontos principais

  • Em 28 de fevereiro de 2026, um bombardeio atingiu a escola Shajareh Tayyebeh em Minab, Irã, resultando na morte de 175 pessoas, sendo 150 crianças.
  • A escola estava localizada ao lado de uma base da Guarda Revolucionária do Irã, e a região foi atingida por um míssil Tomahawk, arma comumente usada pelos EUA.
  • Uma investigação preliminar conduzida por autoridades americanas indica que os Estados Unidos foram responsáveis pelo ataque, possivelmente devido a um erro de direcionamento.
  • Inicialmente, o presidente Donald Trump atribuiu a responsabilidade ao Irã, mas depois prometeu aceitar os resultados da investigação.
  • Parlamentares democratas e organismos internacionais, como o escritório de direitos humanos da ONU, pedem uma investigação rigorosa sobre o incidente.

Uma investigação preliminar conduzida por autoridades americanas, revelada pela Reuters, aponta que os Estados Unidos foram responsáveis por um bombardeio que atingiu a escola Shajareh Tayyebeh em Minab, Irã, em 28 de fevereiro de 2026. O ataque resultou na morte de 175 pessoas, incluindo 150 crianças, segundo o Crescente Vermelho iraniano e o embaixador do Irã na ONU. A escola ficava ao lado de uma base da Guarda Revolucionária do Irã, e investigações da imprensa internacional indicam que a região foi atingida por um míssil Tomahawk, arma comumente usada pelos EUA.

O incidente gerou pressão sobre o governo Trump, que inicialmente atribuiu a responsabilidade ao Irã, mas depois amenizou o tom e prometeu aceitar os resultados da investigação. Parlamentares democratas e organismos internacionais, como o escritório de direitos humanos da ONU, pedem uma investigação rigorosa e rápida sobre o bombardeio. Especialistas em Relações Internacionais explicam que a classificação do ataque como crime de guerra depende de fatores como intencionalidade e proporcionalidade, e a punição internacional dos EUA é improvável devido à sua não adesão ao Tribunal Penal Internacional e poder de veto na ONU.

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