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Milhares participam de funeral de estudantes mortos em ataque a escola no Irã; ONU pede investigação

Milhares de iranianos compareceram ao funeral de mais de 150 estudantes mortos em ataque a uma escola em Minab, Irã, enquanto a ONU pede investigação imparcial.

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Foto: G1 Mundo
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03/03 às 10:01 · atualizado há 4m

Pontos principais

  • Milhares de iranianos participaram do funeral de mais de 150 estudantes mortos em um ataque a uma escola primária em Minab, Irã.
  • O ataque ocorreu durante uma ofensiva de EUA e Israel contra o Irã, gerando condenação internacional.
  • O escritório de Direitos Humanos da ONU pediu uma investigação "rápida, imparcial e minuciosa" sobre o bombardeio, classificando-o como "absolutamente horrível".
  • O secretário de Estado dos EUA negou que forças americanas atacariam deliberadamente uma escola, e Israel está investigando o incidente.
  • O embaixador do Irã na ONU classificou o ataque como "injustificável" e "criminoso", enquanto a ONU ainda não determinou se pode ser considerado crime de guerra.

Milhares de iranianos compareceram ao funeral de mais de 150 estudantes mortos em um ataque a uma escola primária na cidade de Minab, Irã. O incidente, que ocorreu durante uma ofensiva de EUA e Israel contra o Irã, gerou comoção e condenação internacional. O escritório de direitos humanos da ONU exigiu uma investigação "rápida, imparcial e minuciosa" sobre o ocorrido, com a porta-voz Ravina Shamdasani descrevendo o ataque como "absolutamente horrível" e o alto comissário Volker Türk apelando por moderação e negociações.

Embora o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, tenha negado que as forças americanas atacariam deliberadamente uma escola, Israel está investigando o incidente. O embaixador iraniano na ONU em Genebra, Ali Bahreini, classificou o ataque como "injustificável" e "criminoso", ressaltando a urgência de esclarecer os fatos e garantir a justiça para as vítimas. A ONU ainda não possui informações para determinar se o bombardeio pode ser considerado um crime de guerra.

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