O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o conflito no Oriente Médio não deve influenciar a decisão do Banco Central sobre a taxa Selic, defendendo a redução dos juros no Brasil.
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o conflito no Oriente Médio não deve influenciar a decisão do Banco Central (BC) sobre a taxa Selic, defendendo a redução dos juros no Brasil. Alckmin argumentou que o aumento da Selic não seria eficaz para conter a alta do preço do petróleo, e que a taxa básica de juros no país já se encontra em patamar elevado. Ele comparou a abordagem do BC brasileiro com a do Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos, que exclui os setores de agricultura e petróleo de seus cálculos de juros.
Alckmin expressou a expectativa de um fim rápido para a guerra, mas evitou comentar sobre possíveis novas medidas para controlar os preços dos combustíveis. Ele destacou duas ações importantes do governo: garantir o abastecimento de diesel e trabalhar para reduzir seu preço, indicando um foco em medidas diretas para mitigar impactos econômicos internos.
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