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Alckmin: eu não vejo impacto da guerra na trajetória da Selic

O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que a guerra no Oriente Médio não deve impactar a decisão do Banco Central sobre a taxa Selic, defendendo a redução dos juros no Brasil.

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14/03 às 13:05

Pontos principais

  • Geraldo Alckmin não vê impacto da guerra no Oriente Médio na decisão do Banco Central sobre a taxa Selic.
  • Ele argumenta que aumentar juros não reduzirá o preço do petróleo e que a taxa Selic já está muito elevada no Brasil.
  • Alckmin compara a política do Federal Reserve, que exclui agricultura e petróleo do cálculo de juros.
  • O vice-presidente torce pelo fim rápido da guerra, mas não comentou sobre novas medidas para controlar preços de combustíveis.
  • Ele mencionou duas decisões importantes do governo: garantir o abastecimento de diesel e agir para reduzir seu preço.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Geraldo Alckmin (vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio)

Organizações

Banco CentralScaniaComitê de Política Monetária (Copom)Federal Reserve

Lugares

Oriente MédioBrasíliaBrasil