O mercado global de private equity iniciou 2026 com um ritmo lento, registrando o menor volume de negócios desde 2021, com um total de US$ 436 bilhões no primeiro trimestre. A estratégia dos investidores tem se concentrado quase exclusivamente em setores resilientes, como inteligência artificial, infraestrutura e energia, impulsionados pela crescente demanda por data centers. O ambiente macroeconômico, marcado por tensões geopolíticas entre Israel e Irã, tem dificultado a realização de saídas e a concretização de IPOs, forçando uma postura mais seletiva. No Brasil, o cenário é de espera, com gestoras globais monitorando as incertezas políticas relacionadas às eleições de 2026 antes de novos aportes significativos. A combinação de volatilidade externa e cautela doméstica mantém o mercado em um compasso de espera, priorizando ativos com maior previsibilidade de retorno.
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