O Supremo Tribunal Federal começou a julgar uma ação que questiona a anistia a partidos políticos que não destinaram recursos para campanhas de mulheres e pessoas negras antes de 2022.
O Supremo Tribunal Federal (STF) deu início ao julgamento de uma ação que questiona a constitucionalidade da anistia concedida a partidos políticos que não cumpriram as cotas de destinação de recursos para campanhas de mulheres e pessoas negras antes do ano de 2022. A ação, apresentada em 2023 pela Rede Sustentabilidade e pela Federação Nacional das Associações de Pessoas com Deficiência (Fenaq), busca invalidar uma emenda constitucional que livrou essas legendas de sanções como multas, devolução de valores ou suspensão do fundo partidário.
Os autores da ação argumentam que a anistia viola os princípios de igualdade e a proibição de discriminação, além de permitir que os partidos usem recursos para esta finalidade em eleições futuras, mesmo sem ter cumprido as obrigações anteriores. O ministro Gilmar Mendes é o relator do caso e apresentou um resumo da tramitação do texto, marcando o início da análise da Corte sobre o tema.
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