A governadora do Alabama, Kay Ivey, suspendeu a execução de Charles "Sonny" Burton, de 75 anos, condenado por um assassinato que não cometeu, convertendo sua pena para prisão perpétua sem liberdade condicional.
A governadora do Alabama, Kay Ivey, suspendeu a execução de Charles "Sonny" Burton, de 75 anos, que estava no corredor da morte, convertendo sua pena para prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. Burton foi condenado por um assassinato ocorrido durante um assalto em 1991, mas não foi o autor do disparo fatal. A decisão da governadora foi influenciada pelo apelo da filha da vítima, Tori Battle, que argumentou que a execução de Burton não traria justiça, especialmente porque o atirador original já havia morrido na prisão cumprindo prisão perpétua.
A lei do Alabama permite a execução de cúmplices, mesmo que não tenham sido os autores diretos do crime. A governadora Ivey justificou sua decisão afirmando que seria injusto executar Burton, um cúmplice, enquanto o principal responsável pelo assassinato já havia falecido na prisão. O procurador-geral do Alabama, Steve Marshall, expressou desapontamento com a decisão, reiterando que Burton era responsável pela morte da vítima.
3 mar, 15:03
11 fev, 11:03
2 fev, 13:00
30 jan, 13:01
29 jan, 19:00