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Senacon pede ao Cade investigação sobre alta de combustíveis em vários estados

A Senacon solicitou ao Cade uma investigação sobre o aumento dos preços dos combustíveis no Brasil, mesmo sem reajustes da Petrobras, em meio a relatos de alta atribuídos à elevação do preço internacional do petróleo e possíveis infrações à ordem econômica.

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Foto: G1 - Economia
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10/03 às 14:01 · atualizado 20:03

Pontos principais

  • A Senacon pediu ao Cade que investigue o aumento dos preços dos combustíveis em estados como Bahia, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Distrito Federal.
  • Os aumentos ocorrem sem reajustes nos valores praticados pela Petrobras em suas refinarias.
  • Sindicatos do setor reportaram aumentos ou projeções de alta para gasolina e diesel, atribuídos à elevação do preço internacional do petróleo após conflitos no Oriente Médio.
  • A Senacon busca avaliar indícios de infração à ordem econômica ou conduta comercial uniforme entre concorrentes.
  • Foram registrados aumentos de até R$ 0,80 por litro de diesel e R$ 0,30 por litro de gasolina em alguns estados.

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) solicitou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a abertura de uma investigação sobre o aumento dos preços dos combustíveis no Brasil. A medida foi tomada após relatos de alta nos valores cobrados nas bombas em diversos estados, incluindo Bahia, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, mesmo sem que a Petrobras tenha promovido reajustes em suas refinarias. Sindicatos do setor têm reportado aumentos ou projeções de alta para gasolina e diesel em diversas regiões do país.

O cenário de elevação é atribuído à valorização do preço internacional do petróleo, influenciada por tensões geopolíticas no Oriente Médio, envolvendo conflitos entre Estados Unidos, Israel e Irã. Em alguns estados, foram observados aumentos de até R$ 0,80 por litro de diesel e R$ 0,30 por litro de gasolina. A Senacon busca avaliar se há indícios de infração à ordem econômica ou de conduta comercial uniforme entre concorrentes, considerando a defasagem entre os preços da Petrobras e os valores internacionais.

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