PF deflagra Operação Dataleaks e investiga acesso ilegal a dados de ministros do STF
A PF iniciou a Operação Dataleaks para investigar organização criminosa que obteve e comercializou dados sensíveis, incluindo os do ministro Alexandre de Moraes do STF, após descoberta de base de dados não oficial.
Pontos principais
- A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Dataleaks para investigar uma base de dados não oficial com informações pessoais de ministros do STF.
- Dados do ministro Alexandre de Moraes, do STF, foram acessados, adulterados e comercializados ilegalmente, segundo investigação da PF.
- A organização criminosa é especializada na obtenção, adulteração, comercialização e disseminação ilícita de dados governamentais e privados.
- A base de dados foi abastecida por acessos indevidos a sistemas e bases governamentais.
- Foram cumpridos cinco mandados de prisão temporária e quatro mandados de busca e apreensão em São Paulo, Tocantins e Alagoas.
- As ordens foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), com o ministro Alexandre de Moraes como relator da investigação.
- Os crimes apurados incluem organização criminosa, invasão de dispositivo informático, furto qualificado mediante fraude, corrupção de dados e lavagem de dinheiro.
A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Dataleaks nesta terça-feira (25) para investigar uma organização criminosa responsável pelo vazamento ilegal e comercialização de dados sensíveis de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A ação visa desarticular um grupo especializado na obtenção, adulteração, comercialização e disseminação ilícita de informações governamentais e privadas. As investigações revelaram que dados do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, foram acessados, adulterados e comercializados ilegalmente, após a descoberta de uma base de dados não oficial.
Foram cumpridos cinco mandados de prisão temporária e quatro mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Tocantins e Alagoas. As ordens foram expedidas pelo próprio STF. A base de dados investigada foi abastecida por acessos indevidos a sistemas e bases governamentais. Os envolvidos são investigados por crimes como organização criminosa, invasão de dispositivo informático, furto qualificado mediante fraude, corrupção de dados e lavagem de dinheiro, ressaltando a complexidade e a seriedade das atividades ilícitas.
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