JPMorgan projeta Ânima como destaque e Cogna com trimestre desafiador no 4T25
O JPMorgan divulgou suas projeções para o 4T25 do setor de educação, apontando a Ânima como principal beneficiária da queda da Selic e a Cogna com um trimestre desafiador.
Pontos principais
- JPMorgan analisou as expectativas para os balanços do 4T25 das empresas de educação, apesar de trimestres pares serem menos relevantes para captação.
- A Ânima (ANIM3) é apontada como destaque positivo e principal beneficiária dos cortes na Selic, com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 9,00.
- Cogna (COGN3) e Ser Educacional (SEER3) devem apresentar queda de cerca de 10% no Ebitda, com a Cogna enfrentando um 4T25 desafiador.
- A Yduqs (YDUQ3) tem expectativa de Ebitda 3% acima do consenso, mas com recomendação neutra devido a metas de lucro por ação não atingidas.
- A Afya (AFYA) mantém recomendação neutra, com Ebitda ajustado projetado para crescer 9% em 2025, mas com menor benefício da queda da Selic devido à baixa alavancagem.
O JPMorgan divulgou suas projeções para os resultados do quarto trimestre de 2025 das principais empresas do setor de educação no Brasil, oferecendo um panorama sobre o desempenho esperado de companhias como Ânima, Cogna, Yduqs, Ser Educacional e Afya. Embora trimestres pares sejam historicamente menos relevantes para a captação de alunos, as análises do banco apontam para cenários distintos entre as empresas, influenciados principalmente pela queda da taxa Selic e pela estrutura de alavancagem de cada uma.
A Ânima (ANIM3) se destaca como a principal beneficiária dos cortes na Selic, recebendo recomendação de compra e um preço-alvo de R$ 9,00. Em contraste, Cogna (COGN3) e Ser Educacional (SEER3) enfrentam projeções menos otimistas, com expectativa de queda de cerca de 10% no Ebitda, sendo o 4T25 particularmente desafiador para a Cogna. A Yduqs (YDUQ3) e a Afya (AFYA) mantêm recomendações neutras, com a Yduqs superando o consenso de Ebitda, mas sem atingir metas de lucro por ação, e a Afya apresentando menor benefício da Selic devido à sua baixa alavancagem.
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