O Goldman Sachs divulgou projeções para o setor de educação no 1T26, indicando que a Ânima Educação (ANIM3) deve apresentar o melhor desempenho entre as empresas analisadas. A expectativa é de um crescimento de 5,6% na receita líquida da Ânima, impulsionado por um ciclo de captação saudável e menor dependência do ensino digital. Apesar disso, a margem Ebitda ajustada da companhia deve registrar um recuo de 0,9 ponto percentual, influenciada pela maior exposição de cursos de medicina ao FIES e pelo aumento das despesas de marketing. O banco mantém a recomendação de compra para as ações da Ânima, com preço-alvo de R$ 5,50.
Em contraste, Cogna (COGN3) e Yduqs (YDUQ3) são vistas com uma dinâmica de rentabilidade mais fraca para o período. A Cogna deve ter um Ebitda recorrente de R$ 656 milhões, beneficiada por receitas adiadas do PNLD. Para a Yduqs, projeta-se um aumento de 5,2% na receita líquida, com crescimento em segmentos premium e semipresencial, mas uma queda de 6% na receita de ensino digital. A Afya (AFYA) também enfrenta pressão nas margens devido à maturação de áreas de educação continuada e prática médica, levando o Goldman Sachs a cortar o preço-alvo e recomendar venda para a empresa. O JPMorgan complementa que as mensalidades para novos alunos no ensino presencial continuam fortes, com alta de 5%.
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