Trump critica Starmer por apoio limitado a ataques no Irã e atraso no uso de base aérea
Donald Trump criticou o primeiro-ministro britânico Keir Starmer por seu apoio limitado aos ataques dos EUA contra o Irã e por inicialmente bloquear o uso da base de Diego Garcia, comparando-o desfavoravelmente a Churchill.
Pontos principais
- Donald Trump criticou Keir Starmer, afirmando que ele "não é nenhum Winston Churchill" devido ao apoio limitado aos ataques dos EUA contra o Irã.
- Trump expressou "muita decepção" com Starmer por inicialmente negar o uso da base aérea de Diego Garcia para ataques ao Irã, embora a permissão tenha sido concedida posteriormente para "ataques defensivos".
- O presidente dos EUA afirmou que Starmer demorou "muito tempo" para mudar de posição, uma situação "provavelmente nunca aconteceu entre nossos países antes".
- Starmer justificou a não participação britânica nos ataques diretos, citando a necessidade de um "plano viável e bem elaborado" e oposição a "mudança de regime pelos céus".
- Pesquisas indicam que 49% dos britânicos se opõem aos ataques dos EUA ao Irã, e o Reino Unido aprendeu lições com seu envolvimento na Guerra do Iraque em 2003.
O presidente Donald Trump intensificou suas críticas ao primeiro-ministro britânico Keir Starmer, censurando-o por seu apoio limitado aos ataques dos EUA contra o Irã e declarando que Starmer "não é nenhum Winston Churchill". Trump também expressou "muita decepção" com Starmer por inicialmente bloquear o uso da base aérea de Diego Garcia para as operações militares, embora a permissão tenha sido concedida posteriormente para "ataques defensivos". O presidente dos EUA afirmou que Starmer demorou "muito tempo" para mudar de posição, uma situação que "provavelmente nunca aconteceu entre nossos países antes".
Esta é a terceira vez na semana que Trump ataca Starmer, em um momento de crescente preocupação entre aliados europeus sobre a campanha de ataques aéreos contra o Irã. Starmer defendeu a decisão britânica de não participar diretamente dos ataques, argumentando a necessidade de um "plano viável e bem elaborado" e oposição a uma "mudança de regime pelos céus". A postura britânica reflete a opinião pública, com 49% dos cidadãos se opondo aos ataques dos EUA ao Irã, e a memória do envolvimento do Reino Unido na Guerra do Iraque em 2003.
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