Daily Journal
Daily Journal

Reino Unido permite uso de bases pelos EUA contra o Irã e reforça defesa no Oriente Médio

O Reino Unido autorizou os EUA a usarem suas bases no Golfo Pérsico para atacar instalações iranianas, justificando como defesa, enquanto reforça sua presença defensiva na região.

Daily Journal
Foto: InfoMoney
||
28/02 às 12:01 · atualizado há 4m

Pontos principais

  • O primeiro-ministro Keir Starmer confirmou a atuação de aviões britânicos em operações defensivas no Oriente Médio.
  • O Reino Unido permitiu que os EUA utilizem suas bases no Golfo Pérsico para atacar instalações de mísseis no Irã.
  • Starmer justificou a decisão como legítima defesa coletiva e proteção de cidadãos britânicos, sem envolvimento direto em ofensivas.
  • As forças armadas britânicas já interceptaram ataques iranianos e enviarão especialistas para abater drones.
  • O foco de Londres é evitar a escalada do conflito e retornar a um processo diplomático, mantendo contato com cidadãos na região.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, confirmou que aviões britânicos estão envolvidos em operações defensivas no Oriente Médio, visando proteger interesses, aliados e cidadãos britânicos após ataques e retaliações iranianas. Além disso, Starmer autorizou os Estados Unidos a utilizarem bases britânicas no Golfo Pérsico para atacar instalações de mísseis iranianas. Ele justificou a medida como legítima defesa coletiva e proteção de vidas britânicas, enfatizando que o Reino Unido não está diretamente envolvido nos ataques ofensivos.

O governo britânico tem reforçado suas capacidades defensivas e elevado o nível de alerta de suas bases e pessoal militar, ao mesmo tempo em que mantém contato com seus cidadãos para oferecer suporte. Starmer tem dialogado com líderes internacionais, buscando uma solução diplomática para a crise. A prioridade de Londres é evitar uma escalada ainda maior do conflito e promover um retorno a um processo diplomático que garanta a paz, segurança e proteção da vida de civis na região, lembrando os erros da invasão do Iraque em 2003.

Comentários

Carregando comentários...