O chanceler do Irã, Abbas Araqchi, acusou os Estados Unidos e Israel de genocídio e solicitou à Organização das Nações Unidas (ONU) que condene o ataque à escola de Shajareh Tayyebeh, em Minab. O incidente, ocorrido no primeiro dia da guerra entre EUA, Israel e Irã, resultou na morte de cerca de 175 pessoas. Durante uma sessão do Conselho de Direitos Humanos, Araqchi afirmou que o ataque foi um crime de guerra e contra a humanidade, destacando que as vítimas foram "massacradas de forma completamente intencional e brutal".
Além do ataque à escola em Minab, o chanceler iraniano acusou as forças dos EUA e Israel de destruírem ou danificarem mais de 600 escolas. Apesar de o governo Trump negar ter civis como alvo, uma investigação militar preliminar indicou a responsabilidade das forças dos EUA no ataque. Diante disso, o chefe de Direitos Humanos da ONU, Volker Türk, pediu que os EUA concluam e publiquem a investigação para garantir justiça. O representante do Brasil na ONU, André Simas Magalhães, também condenou o ataque, classificando-o como uma grave violação dos direitos humanos e do direito internacional humanitário.
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