Haddad: BC revisa normas após crise do Banco Master, classificada como maior fraude bancária
Fernando Haddad classificou a crise do Banco Master como a maior fraude bancária do país, e o BC revisa normas para evitar repetições, incluindo regras do FGC.
Pontos principais
- Fernando Haddad afirmou que a crise do Banco Master não oferece risco sistêmico, mas é a "maior fraude bancária da história do Brasil", com impacto no FGC.
- O governo federal está empenhado em investigar o caso do Banco Master até o fim, dentro da legalidade.
- O Banco Central está revisando as normas de segurança do sistema financeiro para prevenir a repetição de situações como a do Banco Master.
- A revisão das normas do BC inclui regras para o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e a definição de diretrizes para distribuição de títulos e transparência da remuneração de intermediários.
- O Banco Master teve sua liquidação extrajudicial decretada em novembro de 2025 devido a uma grave crise de liquidez.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, classificou a crise envolvendo o Banco Master como a "maior fraude bancária da história do Brasil", embora tenha assegurado que o caso não representa um risco sistêmico para a economia nacional. O impacto da fraude, que levou à liquidação extrajudicial do banco em novembro de 2025 por crise de liquidez, está contido no Fundo Garantidor de Crédito (FGC), mas a gravidade da situação exige uma resposta firme do governo, que se comprometeu a investigar o caso até as últimas consequências.
Em resposta ao ocorrido, o Banco Central já iniciou uma revisão das normas de segurança do sistema financeiro, buscando fortalecer os mecanismos de controle e evitar que fraudes de tal magnitude se repitam. Essa revisão inclui as regras do FGC, a definição de normas para distribuição de títulos e a discussão sobre a transparência da remuneração de intermediários, conforme indicado pelo diretor de regulação do BC, Gilneu Vivan.
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