GARE11 adota estrutura de subfundos para otimizar gestão de imóveis
O FII GARE11 utiliza uma estratégia de "subfundos" para seus imóveis, visando reduzir custos, agilizar transações e otimizar os retornos para os cotistas.
Pontos principais
- O GARE11 organiza seus imóveis em "subfundos", veículos específicos para cada ativo.
- A estrutura permite a redução de custos, como o ITBI, ao negociar cotas dos subfundos em vez dos imóveis.
- Facilita a venda futura dos ativos, tornando as transações mais eficientes e atrativas.
- Não há dupla cobrança de taxa de gestão para os cotistas, que pagam apenas a taxa do GARE11.
- A Guardian mantém gestão ativa, com negociações de venda e desenvolvimento de ativos para 2026.
O Fundo de Investimento Imobiliário (FII) GARE11 implementou uma estrutura inovadora de "subfundos" para gerenciar seus imóveis, buscando maior eficiência e rentabilidade para seus cotistas. Essa abordagem consiste em organizar cada ativo imobiliário em um veículo específico, o que permite uma série de vantagens operacionais e financeiras. Entre os benefícios, destacam-se a redução de custos transacionais, como o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), ao negociar cotas dos subfundos em vez dos próprios imóveis, e a maior agilidade nas futuras vendas dos ativos.
Além da otimização de custos e processos, a estrutura de subfundos do GARE11 oferece flexibilidade na distribuição de ganhos não recorrentes, contribuindo para a suavização dos dividendos ao longo do tempo. Importante ressaltar que os cotistas não são impactados por uma dupla cobrança de taxa de gestão, pagando apenas a taxa referente ao GARE11. A gestora Guardian mantém uma gestão ativa, com planos de negociações de venda e desenvolvimento de ativos já em andamento, com projeções para 2026.
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