Cubanos em Havana descrevem a situação atual como o "pior momento" da história do país, enfrentando apagões prolongados, aumento de preços e escassez de serviços, atribuídos ao endurecimento do bloqueio energético dos EUA.
Moradores de Havana estão vivenciando o que descrevem como o "pior momento" da história de Cuba, uma situação que supera até mesmo o "período especial" dos anos 90. A crise é amplamente atribuída ao endurecimento do bloqueio energético imposto pelos Estados Unidos, liderado pelo governo Donald Trump. Este cenário resultou em apagões prolongados e imprevisíveis, aumento significativo dos preços de produtos básicos e uma drástica redução no transporte público, impactando diretamente a qualidade de vida da população.
Além dos problemas energéticos, a escassez afeta serviços essenciais como o fornecimento de água, telefonia, internet e o acesso a bancos. A saúde pública também sofre, com cancelamento de consultas e dificuldade de acesso a medicamentos. Apesar das adversidades, a educação e o acesso à cultura para crianças são mantidos através de escolas e centros culturais gratuitos. A população, em vez de protestar, tem buscado a emigração, levantando questionamentos sobre a eficácia da política dos EUA em promover uma mudança de regime.