Caso Epstein: Bill e Hillary Clinton negam conhecimento dos crimes em depoimentos
Bill e Hillary Clinton depuseram sobre o caso Epstein, negando conhecimento dos crimes e defendendo-se mutuamente, enquanto acusam o comitê de desviar o foco das ligações de Trump.
Pontos principais
- Hillary Clinton declarou ter 100% de certeza de que Bill Clinton não tinha conhecimento sobre os crimes de Jeffrey Epstein.
- Bill Clinton afirmou ao Congresso que, se soubesse dos crimes de Epstein, não teria viajado em seu avião e teria defendido a justiça para as vítimas.
- Ambos os Clintons negaram ter informações sobre as atividades criminosas de Epstein e acusaram o comitê de desviar o foco das ligações de Trump.
- Hillary afirmou não se lembrar de ter conhecido Epstein, voado em seu avião ou visitado suas propriedades, e que seu depoimento incluiu perguntas incomuns sobre OVNIs e Pizzagate.
- Os depoimentos de Bill e Hillary Clinton ocorreram a portas fechadas em Chappaqua, Nova York, após adiarem suas falas e denunciarem perseguição política.
- Democratas acusam a Casa Branca de ocultar informações sobre Trump no caso Epstein e exigem seu depoimento, enquanto republicanos buscam associar o escândalo a democratas.
- Arquivos revelados mencionam Trump e um e-mail de Epstein sugerindo que o presidente sabia sobre as "garotas", embora Hillary não apareça nos arquivos.
- Documentos do Departamento de Justiça revelaram laços de Epstein com líderes empresariais e políticos, incluindo Bill Clinton, Howard Lutnick e Elon Musk.
Hillary Clinton depôs perante o Comitê de Supervisão da Câmara sobre o caso Jeffrey Epstein, negando qualquer conhecimento sobre as atividades criminosas do financista. Ela afirmou ter 100% de certeza de que seu marido, Bill Clinton, não sabe nada sobre os crimes de Epstein, defendendo sua inocência. Em seu depoimento, Hillary também acusou o painel republicano de instrumentalizar o caso para desviar o foco das relações de Donald Trump com o financista, e mencionou que foi questionada sobre temas incomuns como OVNIs e Pizzagate.
O ex-presidente Bill Clinton também testemunhou perante o Congresso, um dia após Hillary, em depoimento a portas fechadas em Chappaqua, Nova York. Ele declarou que não tinha conhecimento dos crimes cometidos por Jeffrey Epstein, afirmando que, se soubesse, não teria viajado no avião de Epstein e teria defendido a justiça para as vítimas. Clinton criticou a convocação de Hillary, enfatizando que ela não teve qualquer relação com Epstein, e expressou que compareceu para oferecer informações que possam prevenir futuros crimes e para que as vítimas de Epstein obtenham justiça e cura.
Os depoimentos de ambos os Clintons ocorreram após adiarem suas falas e denunciarem perseguição política, cedendo após ameaça de processo por desacato ao Congresso. A situação é marcada por uma intensa disputa partidária. O deputado democrata Robert Garcia acusou a Casa Branca de encobrir revelações sobre Donald Trump nos arquivos do caso Epstein e exigiu o depoimento do presidente, além de Howard Lutnick, que admitiu ter visitado a ilha de Epstein. James Comer, presidente do comitê, negou que a investigação seja partidária, afirmando que o objetivo é descobrir interações dos Clintons com Epstein e Ghislaine Maxwell.
Embora Hillary não apareça nos arquivos de Epstein, Bill Clinton aparece em fotos com o financista, sem acusações formais. Donald Trump é mencionado nos arquivos do caso e aparece em fotos com Epstein, com e-mails sugerindo que ele tinha conhecimento sobre as "garotas". Documentos divulgados pelo Departamento de Justiça também revelaram laços de Epstein com líderes empresariais e políticos, incluindo Bill Clinton, Howard Lutnick e Elon Musk.
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