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Soldado da PM depõe por matar cachorro comunitário com 7 tiros em São Paulo

Um soldado da Polícia Militar de São Paulo depôs após ser flagrado por câmera atirando sete vezes em um cachorro comunitário na Zona Leste, respondendo em liberdade por maus-tratos.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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23/02 às 16:03

Pontos principais

  • Um soldado da PM é investigado pela morte de um cachorro comunitário, conhecido como Caramelo, ocorrida em 18 de janeiro na Zona Leste de São Paulo.
  • O suspeito depôs ao DPPC, acompanhado da Corregedoria da PM, e responderá em liberdade por maus-tratos contra animais.
  • Imagens de câmera de monitoramento registraram o homem atirando no cão após uma discussão com a esposa.
  • O cachorro, sem raça definida, era uma figura conhecida e querida pelos moradores da rua onde vivia.
  • A morte do animal ocorreu no mesmo dia em que o governo de São Paulo reconheceu o "vira-lata Caramelo" como expressão cultural do estado.

Um soldado da Polícia Militar de São Paulo depôs nesta semana por ser o principal suspeito de matar um cachorro comunitário com sete tiros na Zona Leste da capital paulista. O crime, ocorrido em 18 de janeiro, foi registrado por uma câmera de monitoramento, que flagrou o homem atirando no animal após uma discussão com sua esposa. O soldado responderá em liberdade por maus-tratos contra animais, e o caso é acompanhado pela Corregedoria da PM.

O cachorro, conhecido pelos moradores como Caramelo, era um vira-lata sem nome ou raça definida que vivia na rua e era uma figura querida na comunidade. A morte do animal ganhou repercussão por coincidir com o dia em que o governo de São Paulo reconheceu o "vira-lata Caramelo" como expressão cultural do estado, somando-se a outros casos de violência contra animais comunitários no país.

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