Um soldado da Polícia Militar de São Paulo depôs após ser flagrado por câmera atirando sete vezes em um cachorro comunitário na Zona Leste, respondendo em liberdade por maus-tratos.
Um soldado da Polícia Militar de São Paulo depôs nesta semana por ser o principal suspeito de matar um cachorro comunitário com sete tiros na Zona Leste da capital paulista. O crime, ocorrido em 18 de janeiro, foi registrado por uma câmera de monitoramento, que flagrou o homem atirando no animal após uma discussão com sua esposa. O soldado responderá em liberdade por maus-tratos contra animais, e o caso é acompanhado pela Corregedoria da PM.
O cachorro, conhecido pelos moradores como Caramelo, era um vira-lata sem nome ou raça definida que vivia na rua e era uma figura querida na comunidade. A morte do animal ganhou repercussão por coincidir com o dia em que o governo de São Paulo reconheceu o "vira-lata Caramelo" como expressão cultural do estado, somando-se a outros casos de violência contra animais comunitários no país.
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