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Secretário de gabinete do Reino Unido renuncia em meio a crise do governo Starmer e caso Epstein

A renúncia do secretário de gabinete Chris Wormald aprofunda a crise no governo de Keir Starmer, desencadeada por ligações de Peter Mandelson ao caso Jeffrey Epstein e investigações policiais.

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Foto: G1 Mundo
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12/02 às 15:01

Pontos principais

  • Chris Wormald, secretário de gabinete do Reino Unido, renunciou, sendo o terceiro membro da equipe de Keir Starmer a sair em poucos dias.
  • A crise se intensificou após Peter Mandelson, ex-embaixador e influente do Partido Trabalhista, ser ligado ao caso Jeffrey Epstein por fotos e extratos bancários.
  • Mandelson, nomeado embaixador nos EUA por Starmer, é acusado de receber dinheiro de Epstein e vazar documentos sigilosos.
  • A polícia britânica abriu uma investigação criminal para apurar as ligações de Mandelson com Jeffrey Epstein.
  • Keir Starmer enfrenta baixa popularidade e pressões internas e externas, mas declarou que não renunciará ao posto de primeiro-ministro.

O governo de Keir Starmer no Reino Unido enfrenta uma crise crescente com a renúncia de Chris Wormald, secretário de gabinete, tornando-o o terceiro membro da equipe a deixar o cargo em poucos dias. A turbulência é alimentada pelas revelações que ligam Peter Mandelson, ex-embaixador e figura influente do Partido Trabalhista, ao caso Jeffrey Epstein, com evidências como fotos e extratos bancários. Mandelson, que foi nomeado embaixador nos EUA por Starmer, é acusado de receber dinheiro de Epstein e de vazar documentos sigilosos, o que levou à renúncia anterior do chefe de gabinete de Starmer, Morgan McSweeney, considerado responsável pela indicação.

A situação se agravou com a abertura de uma investigação criminal pela polícia britânica para apurar as conexões de Mandelson com Epstein. Apesar da baixa popularidade e das intensas pressões internas e externas, Keir Starmer declarou que não renunciará ao cargo de primeiro-ministro. A divisão dentro do Partido Trabalhista e a queda na credibilidade de Starmer indicam um cenário de instabilidade que pode levar a uma ruptura no governo britânico.

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