A renúncia do secretário de gabinete Chris Wormald aprofunda a crise no governo de Keir Starmer, desencadeada por ligações de Peter Mandelson ao caso Jeffrey Epstein e investigações policiais.

O governo de Keir Starmer no Reino Unido enfrenta uma crise crescente com a renúncia de Chris Wormald, secretário de gabinete, tornando-o o terceiro membro da equipe a deixar o cargo em poucos dias. A turbulência é alimentada pelas revelações que ligam Peter Mandelson, ex-embaixador e figura influente do Partido Trabalhista, ao caso Jeffrey Epstein, com evidências como fotos e extratos bancários. Mandelson, que foi nomeado embaixador nos EUA por Starmer, é acusado de receber dinheiro de Epstein e de vazar documentos sigilosos, o que levou à renúncia anterior do chefe de gabinete de Starmer, Morgan McSweeney, considerado responsável pela indicação.
A situação se agravou com a abertura de uma investigação criminal pela polícia britânica para apurar as conexões de Mandelson com Epstein. Apesar da baixa popularidade e das intensas pressões internas e externas, Keir Starmer declarou que não renunciará ao cargo de primeiro-ministro. A divisão dentro do Partido Trabalhista e a queda na credibilidade de Starmer indicam um cenário de instabilidade que pode levar a uma ruptura no governo britânico.
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