França declara "ano de resistência" contra Shein e outras plataformas online
A França anuncia um "ano de resistência" contra plataformas como a Shein, buscando regulamentar suas operações e proteger o varejo local devido a acusações de concorrência desleal.
Pontos principais
- O ministro francês Serge Papin afirmou que plataformas online como a Shein enfrentarão um "ano de resistência" na França.
- A França acusa as plataformas de concorrência desleal e falta de responsabilidade pelos produtos vendidos.
- Um tribunal de Paris analisará um recurso do governo contra a Shein após a venda de bonecas sexuais com aparência infantil.
- Parlamentares franceses preparam um projeto de lei para permitir a suspensão de plataformas online sem aprovação judicial.
- A França implementará uma taxa de 2 euros e a União Europeia de 3 euros sobre pequenas encomendas para conter as vendas dessas plataformas.
A França declarou um "ano de resistência" contra plataformas online como a Shein, acusando-as de concorrência desleal e buscando novas leis para regulamentar suas operações e proteger o varejo local. O ministro francês Serge Papin criticou a falta de responsabilidade dessas plataformas pelos produtos vendidos, contrastando com as obrigações das lojas físicas. A medida visa combater práticas que, segundo o governo, prejudicam o mercado interno e a economia local.
Em um desdobramento significativo, um tribunal de Paris analisará um recurso do governo contra a Shein, após a descoberta de bonecas sexuais com aparência infantil à venda em seu marketplace. Além disso, dois parlamentares franceses estão elaborando um projeto de lei para permitir a suspensão de plataformas online sem a necessidade de aprovação judicial. Para conter as vendas, a França implementará uma taxa de 2 euros e a União Europeia uma taxa de 3 euros sobre pequenas encomendas, sinalizando um esforço coordenado para reequilibrar a concorrência.
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