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Fachin: Democracia não é neutra e enfrenta desafios contra populismos autoritários

O ministro Edson Fachin, do STF, afirmou que a democracia não pode ser neutra diante de ameaças, destacando os desafios impostos por populismos autoritários e a erosão democrática.

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Foto: InfoMoney
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27/01 às 22:00 · atualizado 28/01 às 09:04

Pontos principais

  • Edson Fachin declarou que a democracia não é neutra frente a quem busca destruí-la, defendendo a civilização contra a barbárie.
  • As declarações foram feitas na abertura do ano judicial da Corte Interamericana de Direitos Humanos, na Costa Rica.
  • O ministro ressaltou que a democracia atravessa "tempos desafiadores" no Brasil e nas Américas, citando os atos golpistas de 8 de janeiro.
  • Fachin alertou para a erosão democrática como uma nova forma de rompimento, que corrói as instituições por dentro.
  • Ele enfatizou que movimentos autoritários podem se manifestar de forma não explicitamente violenta, mas igualmente nefasta.

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), destacou a importância da defesa da democracia contra ameaças internas e externas. Durante a abertura do ano judicial da Corte Interamericana de Direitos Humanos, na Costa Rica, Fachin afirmou categoricamente que a democracia não pode ser neutra diante daqueles que buscam destruí-la, defendendo a civilização contra a barbárie e populismos autoritários que minam as instituições.

Fachin também ressaltou que a democracia enfrenta "tempos desafiadores" no Brasil e nas Américas, lembrando os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Ele alertou para a erosão democrática, que representa uma nova forma de tentativa de rompimento, corroendo as instituições por dentro e manifestando-se por meio de uma "nova roupagem" igualmente nefasta, mesmo sem violência explícita.

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