Fachin: Democracia não é neutra e enfrenta desafios contra populismos autoritários
O ministro Edson Fachin, do STF, afirmou que a democracia não pode ser neutra diante de ameaças, destacando os desafios impostos por populismos autoritários e a erosão democrática.
Pontos principais
- Edson Fachin declarou que a democracia não é neutra frente a quem busca destruí-la, defendendo a civilização contra a barbárie.
- As declarações foram feitas na abertura do ano judicial da Corte Interamericana de Direitos Humanos, na Costa Rica.
- O ministro ressaltou que a democracia atravessa "tempos desafiadores" no Brasil e nas Américas, citando os atos golpistas de 8 de janeiro.
- Fachin alertou para a erosão democrática como uma nova forma de rompimento, que corrói as instituições por dentro.
- Ele enfatizou que movimentos autoritários podem se manifestar de forma não explicitamente violenta, mas igualmente nefasta.
O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), destacou a importância da defesa da democracia contra ameaças internas e externas. Durante a abertura do ano judicial da Corte Interamericana de Direitos Humanos, na Costa Rica, Fachin afirmou categoricamente que a democracia não pode ser neutra diante daqueles que buscam destruí-la, defendendo a civilização contra a barbárie e populismos autoritários que minam as instituições.
Fachin também ressaltou que a democracia enfrenta "tempos desafiadores" no Brasil e nas Américas, lembrando os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Ele alertou para a erosão democrática, que representa uma nova forma de tentativa de rompimento, corroendo as instituições por dentro e manifestando-se por meio de uma "nova roupagem" igualmente nefasta, mesmo sem violência explícita.
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