As eleições de 2026 colocarão em jogo 54 das 81 cadeiras do Senado, tornando-se prioridade para governo e oposição devido ao impacto na governabilidade e na relação com o Supremo Tribunal Federal.

As eleições de 2026 prometem ser um divisor de águas para o cenário político brasileiro, com a renovação de 54 das 81 cadeiras do Senado Federal. Essa disputa é vista como estratégica tanto pelo governo quanto pela oposição, que buscam consolidar ou ampliar sua influência no Congresso Nacional. A importância se estende à capacidade de aprovar projetos, à governabilidade e, notavelmente, à relação com o Supremo Tribunal Federal (STF), com a oposição bolsonarista almejando um Senado mais crítico ao Judiciário.
Diversos nomes de peso já são cotados para a corrida eleitoral, incluindo ministros do atual governo como Gleisi Hoffmann, Marina Silva, Simone Tebet e Rui Costa. Do lado da oposição, Carlos Bolsonaro e Michelle Bolsonaro são apontados como potenciais candidatos, visando fortalecer a bancada bolsonarista. A configuração do Senado a partir de 2027 terá impacto direto na capacidade de um eventual quarto mandato de Lula e na dinâmica de poder entre os Três Poderes.
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