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China defende acordos com Canadá após ameaça de Trump sobre tarifas

A China afirmou que seus acordos comerciais com o Canadá não visam terceiros, respondendo às ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, de impor tarifas sobre importações canadenses.

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Foto: G1 - Economia
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26/01 às 13:16 · atualizado há 5m

Pontos principais

  • A China declarou que seus acordos comerciais com o Canadá não têm como alvo terceiros países.
  • Donald Trump ameaçou impor tarifas de 100% sobre importações canadenses caso o Canadá finalize um acordo comercial com a China.
  • O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, visitou Pequim para reconstruir laços comerciais e anunciou uma nova parceria estratégica.
  • O Canadá planeja permitir a entrada de carros elétricos chineses com tarifa reduzida, enquanto a China deve diminuir tarifas sobre produtos agrícolas canadenses.
  • Trump criticou a medida canadense, alegando que o Canadá não pode ser um 'porto de descarga' para produtos chineses destinados aos EUA.

A China defendeu seus acordos comerciais com o Canadá, enfatizando que não visam terceiros países, após o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar impor tarifas de 100% sobre importações canadenses. A declaração chinesa surge em meio à aproximação entre Pequim e Ottawa, que se intensificou com a visita do primeiro-ministro canadense, Mark Carney, à China para reconstruir laços comerciais e anunciar uma nova parceria estratégica. Este movimento inclui a intenção do Canadá de permitir a entrada de carros elétricos chineses com tarifa reduzida, enquanto a China se compromete a remover tarifas sobre produtos agrícolas canadenses, como sementes de canola, destravando bilhões em exportações.

A postura canadense de relaxamento tarifário para veículos elétricos chineses diverge da política dos EUA e gerou críticas de Trump, que alertou que o Canadá não deveria se tornar um "porto de descarga" para produtos chineses com destino aos Estados Unidos. A situação destaca as tensões geopolíticas e comerciais, com a China buscando fortalecer suas relações econômicas e o Canadá navegando entre a necessidade de diversificar seus parceiros comerciais e a pressão de seu vizinho do sul.

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