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Trump lança 'Conselho da Paz' em Davos para Gaza; 8 países já confirmam adesão

Donald Trump lançará o "Conselho da Paz" em Davos, focado na manutenção da paz e reconstrução de Gaza, com oito países já confirmando adesão, gerando preocupações sobre seu impacto na ONU.

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Foto: G1 Mundo
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22/01 às 15:14 · atualizado há 5m

Pontos principais

  • Donald Trump oficializará o "Conselho da Paz" em Davos, com cerca de 60 lideranças mundiais convidadas.
  • O Conselho visa atuar na manutenção da paz e reconstrução da Faixa de Gaza, com potencial de expansão para outros conflitos.
  • Trump terá mandato vitalício como presidente do grupo, e países que desejarem assento permanente deverão pagar US$ 1 bilhão.
  • Oito países já confirmaram sua adesão ao Conselho de Paz, formalizando a decisão conforme seus procedimentos legais.
  • A iniciativa tem gerado preocupações na comunidade internacional sobre a possibilidade de se tornar uma "ONU paralela" e enfraquecer a Organização das Nações Unidas.

Donald Trump está programado para lançar o "Conselho da Paz" nesta quinta-feira em Davos, uma iniciativa ambiciosa focada na manutenção da paz e reconstrução da Faixa de Gaza. Com cerca de 60 lideranças mundiais convidadas, incluindo o presidente brasileiro Lula, o conselho visa abordar a crise na região e, potencialmente, expandir sua atuação para outros conflitos internacionais. A proposta prevê que Trump tenha um mandato vitalício como presidente do grupo, com amplos poderes, e que países interessados em um assento permanente contribuam com US$ 1 bilhão.

A criação do conselho, que estava prevista na segunda fase do acordo de paz mediado pelos EUA entre Israel e Hamas, já conta com a adesão formal de oito países. No entanto, a iniciativa tem levantado sérias preocupações na comunidade internacional, que teme que o "Conselho da Paz" possa se tornar uma "ONU paralela", enfraquecendo o papel e a autoridade da Organização das Nações Unidas. A participação palestina no conselho ainda não está clara, o que levanta dúvidas sobre a efetividade e os reais interesses por trás da proposta.

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