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Soldados da democracia: a força que move o Brasil 🇧🇷

Lula6 de novembro de 20262minVer no YouTube|

Em conversa com um colaborador de campanha, Luiz Inácio Lula da Silva comenta a mobilização popular e a atuação da base de apoiadores, descritos metaforicamente como um "exército" e "soldados da democracia" durante o processo eleitoral.

Relato do check-up médico e mobilização de eleitores

Lula relata que, em deslocamentos rotineiros, frequentemente é abordado por trabalhadores — como enfermeiras e funcionários — que se identificam como integrantes dessa rede de apoio militante. Ele narra um episódio ocorrido durante a realização de exames de rotina (tomografia com contraste):

  • Abordagem do técnico: Durante o exame, o profissional responsável pela tomografia se identificou como "soldado" do movimento.
  • Mobilização local: O técnico relatou que, junto a um grupo de cerca de 100 pessoas em sua região, organizou o transporte e o apoio a 512 eleitores com dificuldades de locomoção ou limitações de saúde para que pudessem votar.
  • Caso familiar: O profissional levou a própria mãe, diagnosticada com Alzheimer, às urnas e mostrou a Lula o registro em vídeo do momento em que anunciou o resultado da eleição a ela, recebendo como resposta: "Graças a Deus que ele ganhou".

Articulação digital e compromisso político

  • Comunicação e engajamento: Lula afirma que a capacidade orgânica de mobilização superou a lógica das grandes plataformas digitais, referindo-se ironicamente às lideranças do movimento com patentes militares ("como é que um mequetrefe como eu virei marechal e você virou general") para ilustrar a dimensão da articulação popular alcançada.
  • Continuidade da participação: O presidente defende manter e expandir o engajamento cívico dessa base popular, ressaltando que a sustentação política depende do cumprimento estrito dos compromissos assumidos com a população durante a campanha.