A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é o órgão brasileiro responsável pela regulação e fiscalização do mercado de valores mobiliários, incluindo fundos de investimento. Recentemente, após um escândalo envolvendo o Banco Master, o Ministro da Fazenda propôs a transferência da fiscalização e regulação dos fundos de investimento da CVM para o Banco Central. Essa proposta visa ampliar o perímetro regulatório do Banco Central e está sendo avaliada pelo governo, podendo impactar as atribuições atuais da CVM.
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é um órgão vinculado ao Ministério da Fazenda no Brasil, responsável pela regulação e fiscalização do mercado de valores mobiliários. Sua atuação abrange, entre outras áreas, a supervisão dos fundos de investimento. Recentemente, a CVM foi mencionada em discussões sobre a possível realocação da fiscalização e regulação de fundos de investimento para o Banco Central, com o governo avaliando uma proposta para ampliar o poder do Banco Central nessa área.
A CVM foi criada com o objetivo de desenvolver, regular e fiscalizar o mercado de valores mobiliários no Brasil, garantindo seu funcionamento eficiente e protegendo os investidores. Tradicionalmente, a supervisão dos fundos de investimento tem sido uma de suas atribuições centrais. Em janeiro de 2026, após um escândalo envolvendo o Banco Master, o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, propôs que a fiscalização e regulação dos fundos de investimento, atualmente sob a alçada da CVM, fossem transferidas para o Banco Central. Haddad argumentou que existe uma grande intersecção entre fundos e finanças e que essa mudança ampliaria o perímetro regulatório do Banco Central, impactando a contabilidade pública e outras operações financeiras. A discussão sobre a retirada do poder regulatório da CVM sobre esses fundos surge no contexto das investigações do caso Master.