A Petrobras negou a existência de defasagem nos preços dos combustíveis em relação ao mercado internacional e reafirmou sua política de reajustes. A declaração foi feita em resposta a ofícios da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que questionou a companhia após notícias sobre possível interferência política e reportagens sobre defasagem de preços. O pedido de esclarecimento da CVM surgiu após declarações do presidente Lula sobre a necessidade de evitar repasses de preços ao consumidor, em meio à alta do petróleo e tensões no Oriente Médio.
A estatal refutou cálculos de agentes de mercado, como a Abicom, que indicavam uma defasagem significativa nos preços do diesel e da gasolina. A Petrobras reiterou que sua política de preços, anunciada em maio de 2023 e bandeira de campanha do presidente Lula em 2022, não adota periodicidade fixa e tem como objetivo reduzir a volatilidade das cotações internacionais e da taxa de câmbio, evitando o repasse automático de oscilações externas. A empresa mencionou medidas recentes, como o aumento de R$ 0,38 por litro no diesel A e a adesão a um programa federal de subvenção de R$ 0,32 por litro, e reforçou seu compromisso com a sustentabilidade financeira e a governança.
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