O Chavismo é uma ideologia política e movimento social venezuelano, fundado nos ideais de Hugo Chávez, caracterizado por socialismo bolivariano, anti-imperialismo e nacionalismo. Após a captura de Nicolás Maduro em 2026, o movimento entrou na fase "Chavismo 3.0" sob a liderança de Delcy Rodríguez. Esta nova fase busca reacomodação, estabilização econômica e negociação com potências estrangeiras, como os EUA, enquanto mantém a retórica chavista e a defesa dos princípios originais.
O Chavismo é uma ideologia política e um movimento social na Venezuela, fundado nos ideais e no legado do ex-presidente Hugo Chávez. Caracteriza-se por uma plataforma de socialismo bolivariano, anti-imperialismo, nacionalismo e participação popular. Após a captura de Nicolás Maduro em janeiro de 2026, o movimento entrou em uma nova fase, denominada por alguns como "Chavismo 3.0", sob a liderança de Delcy Rodríguez. Esta nova fase busca uma reacomodação do movimento, com ênfase na estabilização econômica e na negociação com potências estrangeiras, como os Estados Unidos, mantendo, ao mesmo tempo, a retórica anti-imperialista e a defesa dos princípios chavistas.
O Chavismo emergiu na Venezuela com a ascensão de Hugo Chávez ao poder em 1999. Sua plataforma política, conhecida como Revolução Bolivariana, visava aprofundar a democracia, combater a pobreza e promover a soberania nacional, inspirando-se nos ideais de Simón Bolívar. Após a morte de Chávez em 2013, Nicolás Maduro assumiu a presidência, dando continuidade ao projeto chavista. No entanto, o país enfrentou uma profunda crise econômica e política, culminando na captura de Maduro e sua esposa, Cilia Flores, pelos Estados Unidos em janeiro de 2026.
Com a ascensão de Delcy Rodríguez à presidência interina, o Chavismo iniciou uma fase de reestruturação. Rodríguez, que já havia sido responsável pela política econômica no governo Maduro, buscou formar um círculo de confiança mais técnico e com foco econômico, afastando alguns dos antigos aliados de Maduro. Essa nova liderança tem demonstrado uma abordagem mais pragmática, buscando concessões econômicas com os EUA, ao mesmo tempo em que mantém a defesa dos líderes capturados e a retórica chavista. A reorganização interna do movimento e a busca por uma nova legitimidade são desafios centrais para o "Chavismo 3.0".