Ahmad Vahid é um proeminente comandante militar iraniano, nomeado chefe da Guarda Revolucionária Islâmica em 1º de março de 2026. Com uma longa trajetória em cargos estratégicos, incluindo Ministro da Defesa e do Interior, ele é conhecido por liderar a repressão a protestos internos e por sua atuação na Força Quds. Vahid é procurado pela Interpol como suspeito de envolvimento no atentado de 1994 contra a AMIA na Argentina, e sua nomeação sinaliza a continuidade de uma linha-dura no regime teocrático iraniano.
Ahmad Vahid é um proeminente comandante militar iraniano, nomeado chefe da Guarda Revolucionária Islâmica em 1º de março de 2026. Ele é conhecido por sua atuação em cargos estratégicos no regime teocrático do Irã, incluindo Ministro da Defesa e Ministro do Interior, e por liderar a repressão a protestos internos. Vahid é procurado pela Interpol como suspeito de envolvimento no atentado de 1994 contra a AMIA na Argentina.
Ahmad Vahid possui uma longa trajetória em posições de destaque dentro da estrutura de poder iraniana. Ele comandou a Força Quds, braço paramilitar da Guarda Revolucionária responsável por operações no exterior. Sua carreira inclui a liderança do Ministério da Defesa entre 2009 e 2013, durante o governo de Mahmoud Ahmadinejad, e do Ministério do Interior de 2021 a 2024. Em dezembro de 2025, foi promovido a vice-comandante da Guarda Revolucionária. Vahid assumiu a chefia da Guarda Revolucionária após o assassinato de Mohammad Pakpour em um ataque coordenado entre EUA e Israel, que também resultou na morte do líder supremo Ali Khamenei e outros 40 integrantes da cúpula do regime. Sua nomeação sinaliza a continuidade de uma linha-dura por parte do regime teocrático. Ele também foi responsável por liderar a repressão a protestos significativos no Irã, como a onda de manifestações após a morte de Masha Amini em 2022 e protestos de comerciantes em 2025.