Tempestade geomagnética pode levar aurora boreal a Nova York e Idaho
Ventos solares de alta velocidade devem provocar tempestade geomagnética de nível G1, e a aurora boreal poderá chegar a Nova York e Idaho se o nível G2 for atingido.
Pontos principais
- O NOAA considera provável uma tempestade geomagnética de nível G1 (menor) entre 6 e 8 de novembro, com chance de G2 (moderado).
- A causa é um buraco coronal no Sol, de polaridade negativa, que emite vento solar de alta velocidade.
- O pico previsto pelo NOAA, Kp 5 (G1), ocorre entre 00h e 03h UTC de 7 de novembro, ou entre 21h e 0h de Brasília na noite de 6.
- Apagões de rádio de nível R1 ou R2 têm 35% de chance por dia, e de R3 ou maior, 10%, segundo o NOAA.
- O NOAA não espera tempestade de radiação solar (S1), mas dá 5% de chance por dia.
- Os impactos previstos são interferências mínimas em satélites e redes de comunicação em latitudes elevadas, sem impacto perceptível no Brasil nem risco à população.
Uma tempestade geomagnética provocada por ventos solares de alta velocidade deve atingir a Terra entre 6 e 8 de novembro de 2026, segundo a previsão de três dias do Centro de Previsão do Clima Espacial da NOAA, agência americana, emitida às 12h30 UTC de 6 de novembro. O Met Office britânico estima que os ventos cheguem a 550 a 650 km/s, bem acima dos cerca de 400 km/s típicos do vento solar.
Caso o nível G2 se confirme, a aurora boreal poderá ser vista em latitudes mais ao sul, incluindo Nova York e Idaho.
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