Inflação anual da OCDE acelera para 4,5% em setembro
Segundo a OCDE, a inflação anual ao consumidor nos seus países membros subiu de 4,3% em agosto para 4,5% em setembro, puxada principalmente pela energia.
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06/11 às 10:15, atualizado 10:32
Pontos principais
- A inflação de energia na OCDE passou de 13,6% para 17,4%, com alta em 31 dos 37 países com dados.
- A inflação de alimentos recuou 0,2 ponto percentual, e o núcleo, que exclui alimentos e energia, ficou praticamente estável em 3,7%.
- No G7, a inflação subiu de 3,1% para 3,5%, com alta em todos os países exceto o Canadá, onde ficou praticamente estável.
- A energia respondeu por cerca de metade ou mais da alta de agosto a setembro na França, na Alemanha, na Itália, no Reino Unido e nos Estados Unidos.
- Na zona do euro, medida pelo IHPC, a inflação passou de 3,2% para 3,8%, com energia a 18,9%.
- No G20, a inflação subiu de 4,1% para 4,3%; no Brasil, foi de 4,2% para 4,6%, e na Índia chegou a 5,6%, maior nível desde agosto de 2023.
A OCDE atribui a aceleração principalmente à energia. Na média do bloco, os preços estão mais de 40% acima de dezembro de 2019, antes da pandemia, com alimentos quase 50% mais caros e energia perto de 70% mais cara.
No Japão, o avanço veio do núcleo, enquanto a energia segue negativa por subsídios e cortes temporários de impostos. Na zona do euro, a estimativa preliminar da Eurostat para outubro é de 4,0%, com energia a 20,8%.
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