Vibra tem lucro de R$ 2,46 bilhões no 3º trimestre de 2026
A distribuidora brasileira Vibra teve lucro líquido de R$ 2,46 bilhões no 3º trimestre de 2026, alta de 504% sobre o mesmo período de 2025 e acima do que analistas esperavam.
Pontos principais
- Lucro líquido de R$ 2,46 bilhões no 3º trimestre, alta de 504% ante R$ 407 milhões no mesmo período de 2025.
- Lucro líquido ajustado de R$ 2,433 bilhões, ante R$ 546 milhões no 3T25.
- Ebitda ajustado de R$ 4,288 bilhões, alta de 137%. Desse total, R$ 444 milhões são itens não recorrentes, sendo R$ 379 milhões recuperações tributárias extraordinárias.
- Ebitda ajustado recorrente de R$ 3,66 bilhões, alta de 148%.
- Receita líquida ajustada de R$ 56,932 bilhões, alta de 17% sobre o 3T25.
- Volume vendido de 9.612 mil m³, alta de 4% sobre o 3T25.
- Dívida líquida de R$ 14,389 bilhões, queda de 23% em relação ao 3T25 e de R$ 1,7 bilhão no trimestre. Alavancagem de 1,0x.
- 210 postos embandeirados no trimestre, 130 líquidos, para um total de 7.686 unidades, 3% abaixo do 3T25.
- 99 novos contratos de fornecimento B2B no trimestre e 261 no ano. Juros sobre capital próprio de R$ 499 milhões anunciados no trimestre, R$ 1,5 bilhão no ano.
A Vibra, distribuidora de combustíveis no Brasil, teve lucro líquido de R$ 2,46 bilhões no terceiro trimestre de 2026, alta de 504% sobre os R$ 407 milhões do mesmo período de 2025. O lucro ajustado, de R$ 2,433 bilhões, ficou acima dos R$ 1,8 bilhão que analistas esperavam, segundo a LSEG. O Ebitda ajustado somou R$ 4,288 bilhões, mas incluía R$ 444 milhões de itens não recorrentes, dos quais R$ 379 milhões de recuperações tributárias extraordinárias. Sem eles, o Ebitda recorrente foi de R$ 3,66 bilhões, alta de 148%.
A Vibra atribui o desempenho a um ambiente de restrição de oferta no setor e aos avanços no combate a irregularidades. No trimestre, a companhia embandeirou 210 postos e assinou 99 contratos de fornecimento B2B. A rede chegou a 7.686 unidades, 130 a mais que no segundo trimestre e 3% abaixo de um ano antes. A receita líquida ajustada subiu 17%, para R$ 56,932 bilhões, e o volume vendido somou 9.612 mil m³, alta de 4%.
A dívida líquida caiu 23% em um ano, para R$ 14,4 bilhões, com redução de R$ 1,7 bilhão só no trimestre. A alavancagem chegou a 1,0x, ante 1,3x no segundo trimestre. A companhia também anunciou R$ 499 milhões em juros sobre capital próprio no trimestre, e R$ 1,5 bilhão em proventos no ano.
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