Vaeridion capta 30 milhões de euros para desenvolver aeronave elétrica
A startup alemã Vaeridion fechou uma rodada Série A2 de 30 milhões de euros para o primeiro exemplar conforme do Microliner, e a União Europeia selecionou seu projeto de montagem final para uma subvenção de 94,5 milhões de euros que ainda depende da assinatura de contrato.
Pontos principais
- A Vaeridion levantou 30 milhões de euros na rodada Série A2, liderada pela SHIFT Invest e pela Invest-NL.
- Contando o financiamento público anterior, a empresa diz ter captado cerca de 60 milhões de euros no total.
- O Microliner é um avião elétrico de nove passageiros, com alcance de 400 km sob regras de voo por instrumentos (IFR).
- A Comissão Europeia selecionou o projeto CAROLUS para subvenção de 94,5 milhões de euros do Innovation Fund, entre 358 candidaturas, como um dos 12 grandes projetos e o único da aviação.
- A seleção depende da assinatura do acordo de subvenção, prevista para 2027.
- A empresa tem compromissos comerciais para mais de 130 aeronaves, avaliados em mais de 730 milhões de euros, com a ASL Group como cliente de lançamento.
- A unidade de produção e testes em Oberpfaffenhofen, perto de Munique, foi aberta em março de 2026.
- A empresa mira 2030 para o início do serviço comercial do Microliner.
A startup alemã Vaeridion captou 30 milhões de euros em uma rodada Série A2 liderada pela SHIFT Invest e pela Invest-NL, com participação de World Fund, Project A, Vsquared Ventures e do empresário Alexander Rittweger. O dinheiro financia a construção do primeiro exemplar conforme do Microliner e os testes integrados de baterias e propulsão.
Em paralelo, a Comissão Europeia escolheu o projeto CAROLUS para uma subvenção de 94,5 milhões de euros do Innovation Fund, destinada à montagem final da aeronave perto de Munique. Somando a rodada e a subvenção, a empresa fala em mais de 124 milhões de euros, mas o acordo só deve ser assinado em 2027. A meta de custo operacional, abaixo de 0,40 euro por assento-quilômetro, é apresentada como alvo, não como resultado.
O projeto segue os requisitos CS-23 da EASA, e a empresa concluiu com a agência o segundo contrato de pré-aplicação. A Vaeridion não informa data para o primeiro voo de teste.
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