Startup FluoRok capta US$ 30 milhões para produzir químicos sem ácido
A spinout britânica da Universidade de Oxford levantou US$ 30 milhões em rodada Série A para fabricar fluoroquímicos sem ácido fluorídrico, incluindo o sal usado em baterias de íon-lítio.
Pontos principais
- A rodada Série A, de US$ 30 milhões (£ 22,8 milhões), foi liderada pelo Orano Venture Fund e pela Supernova Invest, com participação da Bidra Innovation Ventures.
- Investidores anteriores, como Oxford Science Enterprises, BGF, Green Generation Fund, Volta Energy Technologies e a própria Universidade de Oxford, acompanharam a rodada.
- A empresa diz que a demanda superou a oferta e a meta original da rodada.
- Cerca de US$ 1,3 milhão (£ 1 milhão) é subsídio do Innovate UK.
- A empresa diz que o método tradicional depende de fluorita de alta pureza, insumo que vem sobretudo da China.
- Os primeiros mercados são fluoretos inorgânicos para farmacêutica e agroquímicos, além do LiPF6, sal de eletrólito mais usado em baterias de íon-lítio.
- Os recursos financiam instalações de demonstração de reagentes e sais de eletrólito, ampliação da equipe, validação com grandes clientes e parcerias comerciais.
A FluoRok, spinout da Universidade de Oxford, no Reino Unido, captou US$ 30 milhões em rodada Série A, liderada pelo Orano Venture Fund e pela Supernova Invest. Fundada em 2022 por Véronique Gouverneur e Gabriele Pupo, a empresa desenvolve uma forma de fabricar fluoroquímicos sem ácido fluorídrico, substância altamente tóxica usada no processo convencional.
Segundo a empresa, o processo usa ativação mecânica no lugar de ácido e altas temperaturas, roda em equipamentos industriais padrão e pode partir de fluoreto de baixo teor ou recuperado de resíduos industriais.
Com o aporte, a FluoRok vai montar instalações de demonstração, ampliar a equipe e validar seu produto com grandes clientes. A Orano Venture Fund afirma que o processo já funciona em escala piloto.
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