Startup de IA para seguros Kalepa capta US$ 75 milhões em Série B
A Kalepa, startup de IA para seguros sediada em Nova York (EUA), captou US$ 75 milhões em Série B liderada pela Updata Partners, com valuation de US$ 470 milhões, para ampliar sua suíte de IA.
Pontos principais
- A rodada Série B de US$ 75 milhões foi liderada pela Updata Partners, com participação de IA Ventures e Inspired Capital.
- O valuation chegou a US$ 470 milhões. Somadas todas as rodadas, a empresa diz ter captado US$ 91 milhões.
- A Série A, de US$ 14 milhões, foi em 2021 e liderada pela Inspired Capital.
- Segundo a Kalepa, a receita e o número de clientes triplicaram no último ano, e a empresa mantém fluxo de caixa positivo há mais de dois anos.
- Seguradoras que usam a plataforma relatam 30% a 60% mais prêmio por subscritor, 58% menos tempo de cotação e 960 pontos-base de melhora no índice combinado.
- Segundo a empresa, o volume de trabalho na plataforma cresceu 4x no último ano. Clientes citados: W.R. Berkley, Bowhead Specialty e AmRisc.
- Contratações recentes: Garrett Schlesinger como CTO (12 anos na Affirm), David Meister como CRO (ex-Addepar), Audrey Howell como responsável por produto (ex-Palantir) e Tim Khoo-Jones como responsável por talentos (ex-Block e Shopify).
A startup Kalepa, de inteligência artificial para seguros e sediada em Nova York, Estados Unidos, anunciou US$ 75 milhões em uma rodada Série B que elevou seu valuation para US$ 470 milhões, cinco anos após a Série A de 2021. A operação é liderada pela Updata Partners, com participação de IA Ventures e Inspired Capital. Fundada por Paul Monasterio e Daniel Hillman, a empresa soma US$ 91 milhões captados no total.
Segundo a Kalepa, a plataforma executa e coordena trabalho em operações, subscrição, precificação e gestão de portfólio, com agentes de IA e com pessoas quando há necessidade de expertise ou aprovação. Os recursos vão para ampliar a suíte de IA, entrar em novos mercados e dobrar o tamanho da equipe em 2027.
Paul Monasterio, cofundador e CEO, afirmou que o seguro depende do julgamento de profissionais experientes e que a IA da empresa é avaliada pelo mesmo padrão: cabe à seguradora decidir, tarefa a tarefa, se quem faz melhor é a IA ou uma pessoa.
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