Simpar reverte prejuízo e tem lucro ajustado de R$ 137 milhões no 3T26
A Simpar, holding brasileira, reverte o prejuízo do 3T25 com lucro ajustado de R$ 137 milhões no 3T26; pelo critério contábil, o lucro atribuível aos controladores foi de R$ 35,2 milhões.
Pontos principais
- Lucro líquido ajustado das operações continuadas de R$ 137,0 milhões no 3T26, ante prejuízo ajustado de R$ 128,6 milhões no 3T25.
- Pelo critério contábil, lucro líquido total de R$ 129,4 milhões e lucro de R$ 35,2 milhões atribuível aos controladores.
- Receita bruta de R$ 12,7 bilhões (+4,6% a/a) e Ebitda de R$ 3,5 bilhões (+19,9% a/a).
- Dívida líquida/Ebitda de 2,7 vezes, a menor desde o IPO de 2010, pelo covenant dos bonds; nas dívidas locais, 2,0 vezes.
- Venda da CS Porto Aratu anunciada em julho por R$ 1,8 bilhão de valor da firma, ainda sem fechamento; depende de aprovação do Cade e de autorização do poder concedente.
- Recompra de R$ 472 milhões em dívidas da holding no 3T26 e de R$ 723 milhões no ano, 72% da meta de até R$ 1 bilhão.
- Captações de R$ 4,6 bilhões no trimestre pelo grupo, a custo médio de CDI + 2,2% ao ano e prazo médio de 4,7 anos.
A Simpar, holding brasileira listada na B3, reverteu o prejuízo do 3T25 com lucro líquido ajustado de R$ 137 milhões no 3T26, ante prejuízo ajustado de R$ 128,6 milhões. Pelo critério contábil, a companhia registra lucro de R$ 35,2 milhões atribuível aos controladores. A receita bruta somou R$ 12,7 bilhões (+4,6% a/a) e o Ebitda, R$ 3,5 bilhões (+19,9%).
A alavancagem caiu para 2,7 vezes dívida líquida sobre Ebitda, a menor desde a abertura de capital em 2010, pelo critério dos covenants de seus bonds; nas dívidas locais, o índice é de 2,0 vezes. Parte da queda vem da desconsolidação da dívida das empresas vendidas, incluindo a CS Porto Aratu.
A venda da CS Porto Aratu por R$ 1,8 bilhão de valor da firma foi anunciada em julho e ainda não foi concluída: depende de aprovação do Cade e de autorização do poder concedente, e o resultado do trimestre não a inclui. No período, a holding recomprou R$ 472 milhões em dívidas da própria emissão e o grupo captou R$ 4,6 bilhões a custo médio de CDI + 2,2% ao ano.
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