Polícia Civil de Goiás deflagra operação contra golpe do falso gerente
A Polícia Civil de Goiás deflagrou a Operação Pecúnia Olet, com mandados cumpridos em quatro estados brasileiros contra suspeitos do golpe do falso gerente bancário, que causou prejuízo de cerca de R$ 412 mil a uma vítima.
Pontos principais
- A operação cumpre nove mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão, expedidos em inquérito por estelionato eletrônico e associação criminosa.
- Os suspeitos se passam por funcionários de instituições financeiras e induzem vítimas a fazer transferências com falsas justificativas; o caso partiu de um prejuízo de cerca de R$ 412 mil a uma vítima.
- Segundo a Senasp, a investigação identificou contas bancárias que receberam os valores e a infraestrutura telefônica usada no esquema.
- Além da Polícia Civil de Goiás, participam as polícias civis do Rio Grande do Sul, de Minas Gerais e de São Paulo, com apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), da Senasp.
- O Ministério da Justiça lembra que a pena máxima é de oito anos de reclusão para estelionato eletrônico e de três anos de prisão para associação criminosa, e pode subir se outros crimes forem identificados.
- A delegada Lara Soares, responsável pela investigação, afirma que a operação busca esclarecer a participação individual de cada investigado e reunir novos elementos de prova.
A Polícia Civil de Goiás deflagrou nesta quinta-feira (5) a Operação Pecúnia Olet, uma ação interestadual que teve apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), vinculado à Senasp, do Ministério da Justiça. Os suspeitos se passam por funcionários de bancos para induzir transferências, no chamado golpe do falso gerente bancário.
Segundo a Senasp, a investigação identificou contas que receberam os valores e a infraestrutura telefônica usada no esquema. Polícias civis do Rio Grande do Sul, de Minas Gerais e de São Paulo também participam, e os mandados são cumpridos nos quatro estados.
O Ministério da Justiça lembra que a pena máxima prevista é de oito anos de reclusão para estelionato eletrônico e de três anos de prisão para associação criminosa, e que a punição pode ser maior se outros crimes forem identificados. A delegada Lara Soares, responsável pela investigação, afirma que a operação busca esclarecer a participação individual de cada investigado e reunir novos elementos de prova.
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