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Panvel registra receita de R$ 1,7 bilhão no terceiro trimestre de 2026

A varejista farmacêutica brasileira Panvel, com sede em Eldorado do Sul (RS), cresceu 15,3% no terceiro trimestre de 2026, puxada por medicamentos, e elevou o lucro líquido ajustado em 35,4%.

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Foto: NeoFeed
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05/11 às 19:45, atualizado 20:02

Pontos principais

  • Receita bruta de R$ 1.705 milhões no terceiro trimestre, alta de 15,3% sobre o mesmo período de 2025.
  • Medicamentos cresceram 17,4% e foram o principal vetor; GLP-1 avançou 68,8% e chegou a 11,8% das vendas do varejo.
  • Vendas em mesmas lojas subiram 13,3%, e as lojas maduras, 11,5%, acima do IPCA de 4,58% no período.
  • Vendas digitais somaram R$ 792,4 milhões, alta de 103,6%, equivalentes a 46,6% da receita bruta do varejo.
  • O aplicativo cresceu 271% em vendas e respondeu por 78,5% do faturamento digital.
  • EBITDA ajustado de R$ 96,8 milhões, alta de 21,2%, com margem de 5,7%, o quarto trimestre seguido de expansão de margem.
  • Lucro líquido ajustado de R$ 46,4 milhões, alta de 35,4%; o lucro líquido contábil foi de R$ 44,6 milhões.
  • Fluxo de caixa livre de R$ 19,9 milhões, alta de 24%, sétimo trimestre seguido de geração positiva; endividamento de 0,8x, ante 1,0x um ano antes.
  • Margem bruta do varejo de 29,7%, 0,2 ponto percentual abaixo do terceiro trimestre de 2025.
  • 677 lojas ao fim do trimestre, ante 651 um ano antes; foram 14 inaugurações no período, o maior saldo líquido de aberturas desde o quarto trimestre de 2024.

A Panvel, com sede em Eldorado do Sul (RS), atribui o crescimento do trimestre sobretudo a medicamentos, com destaque para marca e genéricos. Segundo a companhia, o avanço combinou ganho de produtividade nas lojas maduras com a contribuição das novas unidades, e a abertura de lojas voltou a acelerar, como havia sido sinalizado ao mercado.

No canal digital, a Panvel diz que a digitalização do atendimento dentro da loja, iniciada em abril, passou a integrar a jornada do cliente entre loja e aplicativo. A companhia credita a expansão do EBITDA, que cresceu mais que a receita, à forte diluição das despesas com vendas.

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