Operação CloudFire usa convites de calendário para roubar contas Google
Pesquisadores identificaram um esquema que utiliza convites falsos para interceptar sessões ativas e burlar a autenticação de usuários corporativos.
Pontos principais
- A Operação CloudFire utiliza convites de calendário maliciosos para comprometer contas corporativas do Google.
- Criminosos empregam um servidor proxy para interceptar credenciais e códigos de verificação em tempo real.
- O acesso indevido permite que invasores extraiam e-mails, arquivos do Drive e permissões de aplicativos.
- A Material Security e a Cloudflare atuam na derrubada de domínios ligados à campanha criminosa.
- Especialistas sugerem o monitoramento rigoroso de logs de auditoria para identificar possíveis invasões.
Uma nova campanha criminosa, denominada Operação CloudFire, tem explorado convites de calendário falsos para contornar sistemas de segurança e roubar sessões ativas de usuários corporativos do Google. O esquema utiliza um servidor proxy posicionado estrategicamente à frente da página de login oficial, permitindo que os invasores interceptem credenciais e códigos de verificação em duas etapas em tempo real.
O sucesso do ataque garante aos criminosos acesso irrestrito a e-mails, documentos armazenados no Google Drive e permissões de aplicativos conectados, gerando riscos significativos para a integridade de dados organizacionais. Em resposta, a Material Security e a Cloudflare iniciaram esforços para desativar os domínios maliciosos. Especialistas recomendam que as empresas tratem convites de calendário como potenciais vetores de ameaça e intensifiquem o monitoramento de logs de auditoria para mitigar possíveis invasões.
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