Lyft registra prejuízo trimestral após acordo judicial
A americana Lyft fechou o terceiro trimestre de 2026 com prejuízo líquido de US$ 9,7 milhões, resultado que inclui um encargo de US$ 117,9 milhões com reservas jurídicas, fiscais e regulatórias e acordos.
Pontos principais
- A Lyft informa receita de US$ 1,8 bilhão, alta de 8%; sem o encargo de US$ 69,1 milhões que a reduziu, seriam US$ 1,9 bilhão.
- Segundo a Lyft, as reservas brutas somaram US$ 5,6 bilhões, alta de 17%; no segundo trimestre, a alta fora de 23%, segundo a The Information.
- O EBITDA ajustado, que exclui os encargos, chegou a US$ 203,9 milhões, 47% acima de um ano antes, segundo a Lyft.
- Passageiros ativos e corridas chegaram a 31,6 milhões e 273,5 milhões, ambos com alta de 10%, conforme a empresa.
- Para o quarto trimestre, a Lyft projeta reservas brutas de US$ 5,74 bilhões a US$ 5,94 bilhões, alta de 13% a 17%, e EBITDA ajustado de US$ 188 milhões a US$ 213 milhões.
Segundo a Bloomberg, o prejuízo, que surpreendeu o mercado, decorre de um acordo judicial anterior sobre a classificação de motoristas. A Lyft, por sua vez, fala em mudanças em reservas jurídicas, fiscais e regulatórias e em acordos.
A Lyft não apresenta equivalente GAAP para essas projeções, porque reservas jurídicas e fiscais, impostos e custos de aquisições podem pesar de forma relevante no resultado contábil. Segundo a Bloomberg, as projeções ficaram em linha com o esperado.
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